7 pecados capitais do empreendedorismo

Pense grande sem perder a linha. Conheça os 7 pecados capitais do empreendedorismo

Uma estrofe da poesia “Navegar é Preciso” do imortal Fernando Pessoa dizia assim: “Viver não é necessário; o que é necessário é criar. Não conto gozar a minha vida; nem em gozá-la penso. Só quero torná-la GRANDE, ainda que para isso tenha de ser o meu corpo e a minha alma a lenha desse fogo”.

Releia essa estrofe… Observe as palavras “criar”, “corpo”, “alma” … para tornar a vida “GRANDE”…

Isso é claro que nos remete a um conceito bem mais contemporâneo que na época em que a poesia de Pessoa foi escrita: o empreendedorismo.

Em suma, a abordagem sobre este tema chega ao grande público como uma grande e rentável “receita de bolo” para o sucesso. Consequência talvez da tendência da sociedade moderna em consumir produtos e conceitos pré-fabricados com finais felizes.

Quando se trata de negócios, não é tão simples assim. Não existe uma fórmula, receita, ou mesmo, um “gene do empreendedorismo” embutido no ser humano que automaticamente se adapte a sociedade moderna.

Mas o que de fato compõe uma mentalidade empreendedora?

Os empreendedores são pessoas diferenciadas, que possuem motivação singular para quebrar barreiras, correr riscos, criar e dar um sentido maior para a vida sem medir forças para a concretização de um sonho.

Os caminhos para fazer a diferença são intuitivos, mas estratégia não está em segundo plano.

Conhecer a necessidade alheia é a semente para empreender e exige faro, sensibilidade estratégica e um alto grau de percepção.

Uma das principais qualidades de um empreendedor é identificar oportunidades, agarrá-las e buscar recursos para transformá-las em um negócio lucrativo. Mas o medo do fracasso, perfeccionismo, lentidão de análise, preguiça mental são fatores que bloqueiam nosso caminho e são um estorvo para que coloquemos os planos em prática.

As pessoas são resistentes por natureza, especialmente às novas ideias.

Ao colocar um negócio em prática pela primeira vez, a sensação é semelhante a do nascimento do primeiro filho. É natural experimentar emoções como ansiedade, alegria, pânico, confusão e alguns enganos são quase que inevitáveis.

OS 7 PECADOS CAPITAIS

EmpreendedorConfira os sete “pecados capitais” do empreendedorismo:

1) Gastar antes de saber exatamente como ganhar

Sonhar é bom… realizá-lo? Melhor ainda! Mas não se engane na hora de abrir os cofres. O famoso “enfiar o pé na jaca” pode ser muito mais desastroso que a própria expressão sugere. Tenha em mãos um plano de negócios bem conciso antes de sair por aí apelando para empréstimos e créditos tentadores. Uma dose de estratégia para correr riscos não faz mal a ninguém nessas horas… Porém, não caia na inércia ou fique com medo de arriscar.

2) Querer “vender” antes de se certificar com precisão, aquilo que as pessoas querem comprar e o que estão dispostas a gastar.

Esse é o típico caso de falta de bom senso ao ir com muita sede ao pote. Uma pesquisa de campo bem feita para definir bem o seu público-alvo é essencial para começar a promover as vendas. Fazer uma leitura emocional a respeito do seu futuro cliente te permite ir além do imediatismo e da obsessão pelos lucros em curto prazo. Pense nisso!

3) Utilizar propaganda e divulgação na internet como ferramentas para apagar “incêndios” de má gestão

O dinamismo do mercado, a ascensão da internet e o boom interativo das redes sociais nos leva a crer que basta abrir os cofres para divulgação que todos os problemas de gestão interna podem acabar. Mera ilusão. Estrutura é essencial para locomoção e equilíbrio de seus negócios na rede. Antes de tentar alavancar vendas online e divulgação, pergunte-se: será que minha empresa, do jeito em que está estruturada, aguenta o tranco?

4) Iludir-se com a visitação ou visualizações no site do seu negócio e achar que isso resolverá as baixas demandas

Vamos esclarecer de uma vez por todas: visualizações ou visitações não necessariamente significam interesse e mobilização. Nesse caso é preciso ferramentas interativas para poder fisgar o seu público-alvo a negócios mais concretos e ganhar proximidade de potenciais clientes. O uso de conteúdo relevante nas redes sociais e divulgação direta de produtos em doses “homeopáticas” alavancam a interatividade e fortalecem a imagem do seu negócio.

5)  Colocar o próprio umbigo em primeiro lugar em vez dos interesses do cliente

Empatia é o dom de se colocar no lugar do outro. Portanto, use esse dom e caso não tiver, desenvolva!

Entenda seus clientes como seres humanos tão complexos quanto você.  Não ignore esse fato. Ao vender um produto ou serviço, não foque somente no faturamento. Observe os feedbacks, tenha uma preocupação REAL de atender as necessidades do seu cliente mesmo que gere alguma situação de desconforto ou saia justa. Isso preserva a sua integridade e a do seu negócio.

6) Esquecer-se de que empresas são compostas por pessoas e negócios são realizados entre PESSOAS e não entre empresas

Falamos de empatia no tópico anterior e aqui reforçamos a humanização. Você sabe o que é isso?

Relacionamento: olho no olho, sinceridade, transparência e… afeto! Sim! Somos todos emocionais e muitas vezes esquecemos disso quando nos perdemos na rigidez dos negócios. Deixe de ser artificial no que diz e se propõe a fazer! Você só tem a ganhar com isso, além de elevar a sua credibilidade a outro patamar.

7) Menosprezar a própria saúde física, mental e espiritual em função do trabalho

Por fim, chegamos a NÓS novamente… Se entregar de corpo e alma é força de expressão barata quando sabemos reconhecer nossos limites. Isso parece contrariar a licença poética de Fernando Pessoa mencionada no começo desse texto mas, poesia é poesia… Ela é só um modelo de inspiração, não necessariamente para seguir a risca. Podemos abrir mão de várias situações cotidianas e ter dias de tremenda exaustão, mas nada que deva acabar com nossa sanidade e integridade física. Arranje tempo para um olhar mais amplo e sensível sobre si mesmo e deixe o seu orgulho de super-herói de lado.

Aprenda e empreenda…

A busca incansável pelo sucesso abre espaço para o erro assim como o aprendizado. Quando se trata de “pecado” podemos dizer que são ações inconscientes as quais estamos TENTADOS a fazer e podem trazer consequências a longo prazo.

O intuito é uma reflexão mais profunda e conscientização para que ações equivocadas não se tornem um vício de rotina.

Lembre-se: Não existe limite e tamanho para seus sonhos… O maior pecado, é deixá-los morrer por nunca tentar realizá-los.

Fonte: Experiência de Sucesso

Edmar Junior

Millionaire Mind Intensive

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